Tribunal barra licitação para distribuição de refeições em presídios da região

Os efeitos da decisão serão mantidos até o julgamento de mérito do processo, a não ser que ocorra sua revogação antes disso O Pregão Eletrônico nº 719/2024, foi lançado pela Secretaria de Estado da Segurança Pública para contratar empresa fornecedora de refeições para atender a demanda das unidades penais da Regional de Foz do Iguaçu pelo período de 12 meses. A paralisação do certame foi determinada via medida cautelar emitida em 8 de julho, por meio de despacho de autoria do conselheiro Durval Amaral, do Tribunal de Contas do Paraná. O relator acolheu pedido feito em Representação da Lei de Licitações apresentado por Maximiano Cassarotti e pela Cassarotti Foods Serviços de Refeições Coletivas e Eventos Ltda. Por meio da petição, a empresa alegou que a pregoeira responsável pela disputa permitiu a oferta de lances mesmo após a suspensão da sessão para sua continuidade no dia seguinte, durante o período noturno. Para os representantes, isso “teria comprometido a participação das licitantes que deixaram de fazer lances após a referida paralisação do procedimento”. “Quando a pregoeira declarou a sessão suspensa, não deveriam ter sido mais admitidos lances para os itens em disputa”. Amaral deu razão à argumentação apresentada. Segundo ele, a possibilidade de ofertar novos lances para os itens que se encontravam em disputa, fora de horário de expediente e sem a presença da pregoeira, não é uma faculdade que parece encontrar eco tanto no regulamento estadual de licitações e contratos quanto na jurisprudência do Tribunal de Contas da União sobre o assunto. A Secretaria de Segurança do Paraná e os representantes legais receberam um prazo de 15 dias para manifestarem-se a respeito da possível irregularidade apontada na medida cautelar. Os efeitos da decisão serão mantidos até o julgamento de mérito do processo, a não ser que ocorra sua revogação antes disso. Fonte: Marechal News
MS: Aprovada lei que viabiliza criação da Agência de Promoção de Investimentos

Mato Grosso do Sul terá uma agência para potencializar o desenvolvimento sustentável. O governador Eduardo Riedel sancionou a Lei 6.285, que autoriza o Poder Executivo Estadual a instituir a Invest MS (Agência de Promoção de Investimentos de Mato Grosso do Sul), sob a modalidade de serviço social autônomo. O objetivo é atrair investimentos privados nacionais e internacionais. Esse modelo já é adotado por outros estados da Federação, como São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Mato Grosso, Piauí, Ceará, Pernambuco e Sergipe. Em Mato Grosso do Sul, a agência irá trabalhar dentro das quatro diretrizes do planejamento de um governo inclusivo, próspero, verde e digital. Com sede em Campo Grande, a Invest MS terá um Conselho de Administração, composto por sete membros, e uma Diretoria-Executiva, com um diretor-presidente e dois diretores-executivos. O Conselho de Administração será composto por dirigentes das secretarias de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação; da Fazenda; Infraestrutura e Logística; e de Governo e Gestão Estratégica; além das federações das Indústrias (Fiems); do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio); e da Agricultura e Pecuária (Famasul). A Presidência do Conselho será indicada pelo governador Eduardo Riedel. Fonte: Governo de Mato Grosso do Sul
PAC: Lula comenta ausência de governadores em evento de anúncio de investimentos

Segundo o governo, serão destinados R$ 41,7 bi a obras de mobilidade, saneamento e drenagem. Lula mencionou a ausência de Tarcísio de Freitas e atribuiu a falta de gestores estaduais ao que chamou de ‘imagem negativista’ deixada por Bolsonaro. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reclamou da ausência de governadores na cerimônia, no Palácio do Planalto, de anúncio de projetos com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Ao todo, segundo o governo federal, serão investidos R$ 41,7 bilhões, em diversas unidades da federação, em empreendimentos de mobilidade urbana, saneamento básico, abastecimento de água e drenagem. De acordo com a assessoria do Planalto, compareceram ao evento somente 8 dos 27 governadores: Também estiveram no palácio dos vice-governadores Hana Ghassan (Pará), Felício Ramuth (São Paulo) e José Carlos Barbosa (Mato Grosso do Sul). Durante pronunciamento, Lula disse que a classe política precisa mostrar à sociedade que a “convivência democrática respeitosa” é salutar para cidades, estados e para a União. Para o petista, a decisão de alguns governadores de não comparecer, entre eles Tarcísio de Freitas (São Paulo), pode ser consequência do comportamento do antecessor, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). “Alguns [governadores] não têm comparecido. Possivelmente, ainda pela imagem negativista de um presidente da República que só viajava para o estado que ele gostava, só viajava para atender amigos e não dava importância para aqueles que pensassem diferente dele. É uma coisa absurda”, disse Lula. O petista afirmou que os governantes precisam “trazer o Brasil de volta à civilidade” e atuar em parceria. “Nós não queremos chegar: ‘O governo federal está fazendo uma obra no estado do Pernambuco’, não. Queremos ver ‘o governo federal, em parceria com o governo do estado, com os municípios, estão fazendo tal coisa’. Por respeito ao povo e para que o povo aprenda a respeitar os entes federados. Porque, senão, o país desanda, o mau humor toma conta da sociedade”, acrescentou o petista. Ausência do governador do RS O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, não compareceu ao anúncio. O estado foi contemplado com R$ 6,5 bilhões para obras de drenagem, que auxiliarão na prevenção de cheias a exemplo da catástrofe de maio. A assessoria do governador informou que o convite foi realizado na quarta-feira (24) e que não foi possível viajar até Brasília em razão da dificuldade logística do estado, já que o aeroporto Salgado Filho está fechado. Obras inacabadas Durante o discurso, Lula disse ter verificado que obras iniciadas nos governos petistas anteriores seguem inacabadas e citou Florianópolis (SC), como exemplo. Na avaliação do presidente, os empreendimentos não foram concluídos em razão de um “critério imbecil”. “‘Cuidar de enchente é um problema do prefeito, eu não moro na cidade. Cuidar de desbarrancamento, de deslizamento de terra, é um problema de pobre que mora lá, eu não moro lá’. E, assim, as pessoas vão sendo esquecidas. E a gente vê que projetos, que foram anunciados em 2012, sequer saíram do papel. Em vários estados da federação, em várias cidades. Por que? Porque cada prefeito, cada governador, cada presidente da República quer ter a sua marca”, disse. Antes do discurso de Lula, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, citou que Santa Catarina – estado chefiado por Jorginho Mello (PL), que não frequenta solenidades no Planalto, – terá R$ 1 bilhão para obras de macrodrenagem. Jorginho é aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro. Mais críticas a Campos Neto Os governadores que se ausentaram da cerimônia não foram os únicos alvos das críticas de Lula. O petista voltou a atacar o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, que foi indicado para o cargo na gestão Bolsonaro. Nas declarações que faz sobre Campos Neto, Lula evita citar o nome do dirigente do BC, a quem chama de “cidadão” “O cidadão jovem, bem sucedido na vida, diz que negócio do aumento do salário mínimo pode gerar inflação. Para não ter inflação é preciso o pouco ganhar pouco? Será que essa pessoa não tem respeito? Alguém ganha salário mínimo porque quer ganhar salário mínimo?”, indagou Lula. As reclamações contra o presidente do BC começaram logo no início do terceiro mandato de Lula, que nunca concordou com o patamar elevado das taxas de juros no Brasil. Fonte: Portal G1
Militares brasileiros contribuem com programa de liderança junto com militares americanos

Militares do Exército Brasileiro que desempenharão funções de Estado-Maior durante a CORE 24 participaram do Leadership Trainning Program (LTP) junto ao Exército dos Estados Unidos. A atividade ocorreu nas instalações do Mission Training Complex, dentro do Joint Readiness Training Center (JRTC)/Fort Johnson, situado em Louisiana, Estados Unidos. A finalidade foi a preparação dos elementos de Estado-Maior da 2ª Brigada da 101ª Divisão Aerotransportada do Exército Americano, unidade à qual a Força-Tarefa CORE estará integrada para a CORE 24, que acontecerá em agosto. Durante o treinamento, foram executados os planejamentos de Estado-Maior, com a presença de veteranos do Exército dos Estados Unidos com experiência em combate. Durante uma semana, os militares brasileiros e norte-americanos tiveram a oportunidade de padronizar os planejamentos para execução de um assalto aeromóvel no contexto de uma marcha para o combate de uma divisão de exército, situação semelhante à que ocorrerá no exercício. Os militares que participaram dos planejamentos ocuparão as mesmas funções durante o exercício no terreno. O Brasil será representado por uma Companhia de Fuzileiros do 52° Batalhão de Infantaria de Selva (52º BIS), com sede em Marabá (PA). Combined Operation And Rotation ExerciseCORE é um acrônimo em inglês para Operações Combinadas e Exercícios de Rotação. A iniciativa tem origem no Exercício Culminating, que foi realizado em 2021 nos Estados Unidos, quando tropas aeroterrestres brasileiras participaram de treinamento com militares americanos. Após a atividade, foi assinado um programa de cooperação que prevê exercícios bilaterais anuais até 2028, ocorrendo alternadamente em cada país. Os Exercícios CORE contam com a participação das Forças de Prontidão do Exército Brasileiro, composta por tropas que passaram por rigoroso treinamento e foram certificadas como unidade de pronta resposta para o cumprimento das missões da Força Terrestre. A cada ano, a tropa visitante é integrada a uma unidade do país anfitrião. Até o momento, foram realizadas duas edições no Brasil, em São Paulo e na região Norte (Pará e Amapá), além de uma edição nos Estados Unidos. Fonte: Centro de Comunicação Social do Exército
Inicia convocação de mesários para as eleições municipais; veja como vai funcionar

Em Pernambuco, mais de 90 mil pessoas atuarão como mesário A convocação para atuar como mesário nas Eleições Municipais de 2024 já começou. Aqueles que fizeram a inscrição voluntária já foram ou serão contatados por ligação, WhatsApp, e-mail ou, até mesmo, por carta até o dia 7 de agosto. Segundo o Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco serão mais de 90 mil pessoas atuando em todo o Estado. Para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a função de mesário reforça a transparência e a legitimidade das eleições, além de contribuir ativamente para a eficiência do processo eleitoral. As funções desses colaboradores vão desde controlar o fluxo na seção eleitoral, que começa com a chegada das eleitoras e dos eleitores e com a organização da fila, até a conferência de documentos de identificação dos eleitores no caderno de votação. Benefícios O trabalho não é remunerado, mas, segundo o TSE concede vários benefícios: %u2713 Os dias trabalhados podem contar como horas complementares em cursos universitários. %u2713 Em caso de empate em concurso público, a mesária e o mesário podem ter vantagem para o desempate (se isso estiver previsto no certame). %u2713 No dia da eleição, a mesária e o mesário recebem auxílio-alimentação no valor de R$ 60 por turno trabalhado (Portaria TSE nº 63/2023). %u2713 A mesária e o mesário tem direito a dois dias de folga por cada dia trabalhado, ao concluírem o treinamento, sem perda de salário (as folgas devem ser negociadas com a empresa, o órgão ou a instituição em que a mesária ou o mesário trabalhava na época da eleição). Treinamento Na carta de convocação, será informada a modalidade de treinamento para as pessoas selecionadas, podendo ser presencial, pelo%u202FAmbiente de Aprendizagem do TSE%u202Fou%u202Fpelo aplicativo Mesário. O conteúdo do treinamento aborda as funções das mesárias e dos mesários, as condutas na seção eleitoral, a montagem da seção, a instalação e a operação da urna eletrônica, o sigilo do voto, as prioridades para votar, o fluxo de votação, a segurança da urna eletrônica e dicas para enfrentar a desinformação. O mesário poderá fazer mais de um tipo de treinamento. Contudo, a cumulação de várias modalidades de treinamento equivale a somente um dia de convocação, concedendo, portanto, dois dias de folga. O STE ainda informa que quem já atuou como mesário precisa refazer o treinamento a cada ano eleitoral. E se a pessoa for convocada e não puder ir? A pessoa convocada que deixar de se apresentar para os trabalhos eleitorais deverá justificar formalmente o motivo de sua ausência ao juízo eleitoral em até 30 dias após a eleição. Se a justificativa não for apresentada ou não for acolhida pela Justiça Eleitoral, os convocados poderão pagar uma multa. A base de cálculo da sanção está prevista na Resolução TSE nº 23.659/2021, que dispõe sobre a gestão do cadastro eleitoral e sobre os serviços eleitorais correlatos. Se a pessoa que faltar for servidora pública, a pena será de até 15 dias de suspensão do trabalho, penalidade que poderá dobrar se a ausência da mesária ou do mesário causar prejuízo às eleições, como o não funcionamento de uma seção, por exemplo. Para cancelar a sua inscrição como mesário voluntário, é necessário entrar em contato diretamente com o cartório eleitoral, mas isso não o impede de ser convocado caso o número de voluntários não seja suficiente. Fonte: Pernambuco.com
Licitações encaminham 17 milhões para asfalto na região sul da capital

Investimentos serão destinados a obras de infraestrutura e pavimentação nas regiões do Complexo Centro-Oeste e Parque Lageado Com duas licitações abertas a região sul de Campo Grande deve passar por um novo processo de pavimentação nos próximos meses. As licitações foram divulgadas hoje no Diário Oficial do Município e no Diário Oficial do Estado pela Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos de Mato Grosso do Sul (Agesul). Segundo a prefeitura, a licitação aberta será destinada a obras de infraestrutura e pavimentação nos bairros do complexo Centro-Oeste, como Bairro Ramez Tebet, Jardim das Macaúbas e Jardim Campo Nobre. O investimento para a pavimentação da região será de R$ 10.862.734,61. O edital para recebimento de propostas começou hoje e deve terminar apenas no dia 09/08 às 8h (horário de Brasília). Mais detalhes podem ser conferidos aqui. Já a Agesul investirá cerca de R$ 6,79 milhões na pavimentação de um novo acesso ao Parque Lageado, além de realizar a construção de uma ponte de 19 metros que ligará o bairro à região do jardim Centenário. Segundo a Agesul, o objetivo da obra é criar um novo acesso para a Avenida Guaicurus, que aguardam há 20 anos por melhorias. O projeto de pavimentação faz parte do programa MS Ativo Municipalismo, que prevê um investimento robusto em obras urbanas e rodoviárias em 79 municípios do Estado. A licitação aberta está disponível no Diário Oficial Eletrônico n. 11.566. Licitações Além das licitações abertas hoje, a Edição n. 7.587 do Diário Oficial de Campo Grande (DIOGRANDE), publicada trouxe a homologação da obra de pavimentação de mais uma parte do complexo Rita Vieira. Esta e outras licitações homologadas neste mês, ultrapassam a quantia de R$ 70 milhões. Perto das eleições municipais, diversas outras obras de infraestrutura e revitalização foram aprovadas pela prefeitura. Em Campo Grande, entre os principais projetos homologados, estão a pavimentação do Parque Lajeado do Sol, a pavimentação asfáltica da Avenida Ernesto Geisel, a revitalização das margens do córrego Anhanduizinho e a pavimentação do complexo Nova Lima. Todas as obras somadas atingem o montante de R$ 72.900.399,98 (setenta e dois milhões, novecentos mil, trezentos e noventa e nove reais e noventa e oito centavos). Fonte: Correio do Estado
Caixa, BNDES, BID e BB visam fundo para aplicações sustentáveis

ETF Amazônia para Todos quer democratizar acesso a investimentos sustentáveis, combinando o uso de recursos com incentivos baseados em resultados O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Banco do Brasil (BB) e a Caixa Econômica Federal (Caixa) pretendem desenvolver um novo ETF (Exchange Traded Fund), como alternativa de financiamento para investimentos sustentáveis na Amazônia. ETF é um fundo de investimento negociado em Bolsas de Valores, como a B3, em São Paulo, como se fosse uma ação, atraente pelo baixo custo e a simplificação tributária. Desse modo, o ETF Amazônia para Todos buscará democratizar o acesso a investimentos sustentáveis, combinando o uso de recursos com incentivos baseados em resultados e promovendo a diversificação e o aumento da base de investidores nos mercados doméstico e internacional. O objetivo é lançar as bases para que a criação e a distribuição das cotas do ETF no mercado de capitais ocorram antes da COP 30, que será realizada em Belém, no Pará, em novembro de 2025. Com o objetivo de desenvolver os estudos do ETF Amazônia para Todos, uma carta de intenções foi assinada, nesta quinta-feira, 25, no Rio, pela diretora de Pessoas, Gestão e Operações do BNDES, Helena Tenorio, representando o presidente da instituição, Aloizio Mercadante; pelo presidente do BID, Ilan Goldfajn; pelo vice-presidente de Sustentabilidade e Cidadania Digital da Caixa, Paulo Rodrigo de Lemos Lopes; e pelo vice-presidente de Negócios Governo e Sustentabilidade Empresarial do BB, José Ricardo Sasseron. O novo fundo, cujos recursos de sua carteira de ativos de renda fixa do BNDES, BB e CAIXA tem como objetivo alocação em empréstimos sustentáveis na Amazônia do Brasil, replicando um novo índice de referência a ser criado. O instrumento foi escolhido como veículo para captar recursos por permitir acesso igualitário ao pequeno e ao grande investidor, e por sua liquidez, já que as cotas são listadas em bolsas de valores. Estima-se que estarão acessíveis para compra e venda por qualquer pessoa física ou jurídica, com valores ao redor de R$ 100,00. A transparência é outro ponto positivo, uma vez que a composição da carteira é tipicamente divulgada diariamente pelo provedor do índice, permitindo que o investidor saiba exatamente em quais ativos está investindo. Além disso, a ampla utilização de ETFs no mercado internacional tende a facilitar a promoção e a distribuição desse instrumento por meio de plataformas globais de investimentos. Os estudos para desenvolver o instrumento serão conduzidos de forma colaborativa por BNDES, BB e Caixa, contando com o apoio técnico e financeiro do BID. Essa parceria também está alinhada aos objetivos da Coalizão Verde, aliança internacional de bancos públicos de desenvolvimento lançada no ano passado para promover iniciativas conjuntas para o desenvolvimento sustentável da região amazônica. “Essa cooperação, visando reunir esforços em prol do desenvolvimento sustentável da Amazônia, a partir de um instrumento inovador no mercado de capitais brasileiro, reforça o compromisso do BNDES com a agenda COP 30. No governo do presidente Lula, o BNDES cumpre o seu papel histórico, com transparência e competência, como ator fundamental na promoção da inovação e da sustentabilidade na economia brasileira”, afirma o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante. “O BID, há um ano, lançava o seu programa holístico Amazônia Sempre. Hoje, com nossos parceiros, anunciamos o plano para o ETF Amazônia para Todos, que permitirá democratizar o investimento para a Amazonia e investir em um futuro sustentável para a região. Com este novo instrumento, estamos dando mais um passo para que a Amazonia esteja conosco para sempre”, disse Goldfajn. Para o presidente da Caixa, Carlos Vieira, “essa iniciativa mostra como a cooperação pode trazer benefícios permanentes para a sociedade, principalmente quando falamos em investimentos sustentáveis. Das agência-barco do banco a instrumentos financeiros como esse ETF, a Caixa intensifica sua atuação para medidas efetivas que realmente causem impacto no desenvolvimento da região amazônica e sua população”, comenta Vieira. A presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, destaca a importância da atuação conjunta com diversos atores sociais. “Esse é mais um exemplo da nossa atuação prática e consistente em ASG e se soma a tantas outras iniciativas, como a adesão à Coalizão Verde, quando firmamos essa aliança com bancos de desenvolvimento para potencializar atividades produtivas inclusivas. Estamos entregando um investimento cujo retorno não é apenas financeiro, já que estamos construindo, hoje, um futuro mais promissor, justo e ambientalmente responsável”, afirma a presidente do BB. “Desta forma, esse ETF é um convite para que nossos clientes investidores se juntem a nós na busca por uma economia mais sustentável”, complementa Tarciana. Construção colaborativa do ETF Os estudos para desenvolver o instrumento serão conduzidos de forma colaborativa pelos bancos públicos brasileiros, com apoio técnico e financeiro do BID. Essa parceria também está alinhada aos objetivos da Coalizão Verde, aliança internacional de bancos públicos de desenvolvimento lançada no ano passado para promover iniciativas conjuntas para o desenvolvimento sustentável da região amazônica. SOBRE A CAIXA – Com 163 anos de história, a CAIXA ocupa o protagonismo como o principal parceiro do Governo Federal e agente transformador para uma sociedade mais justa e menos desigual. O banco tem como propósito o fomento da inclusão e o desenvolvimento sustentável, transformando a vida das pessoas. Com o olhar nisso, a CAIXA possuiu uma atuação focada na sustentabilidade e cidadania digital, tendo uma vice-presidência específica para esse tema. Além disso, o banco oferece soluções negociais, parcerias nacionais e internacionais e iniciativas sustentáveis, como o Fundo Socioambiental CAIXA e selos de boas práticas ambientais. Saiba mais em: www.caixa.gov.br/sustentabilidade. SOBRE O BB – O Banco do Brasil promove a sustentabilidade na prática, com compromissos públicos e metas concretas. Em 2023, Banco criou a unidade ASG, com foco exclusivo nas questões sociais, ambientais e de governança. No mesmo ano, tornou-se embaixador de três movimentos do Pacto Global da ONU: Elas Lideram 2023, Raça é Prioridade e Salário Digno; e reforçou os 12 compromissos BB para um Mundo + Sustentável. O BB é o banco mais sustentável do planeta e o primeiro a ter formalmente um guidance ASG divulgado ao mercado. Saiba
3° Encontro de Reitores de Institutos Federais do Nordeste tem como pauta política de expansão, captação de recursos e inteligência artificial

No evento, realizado nos dias 23 e 24, no IFAL, os(as) reitores(as) também trataram de temas como o atendimento de estudantes com necessidades especiais, a política de expansão, possibilidades tecnológicas para a construção das novas unidades e diretrizes para ações em conjunto dos Institutos do Nordeste. A reitora do IFBA, Luzia Mota, participou do evento. O uso da inteligência artificial nas atividades desenvolvidas pela Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica foi tema de palestra ministrada na tarde da última terça-feira, 23, durante o 3º Encontro de Dirigentes da Rede Federal no Nordeste, realizado no Instituto Federal de Alagoas (Ifal) nos últimos dias 23 e 24 de julho. O pró-reitor de Desenvolvimento Institucional do Instituto Federal do Mato Grosso do Sul (IFMS), Fernando Alves, abordou o uso da inteligência artificial. Fernando Alves utiliza a inteligência artificial em atividades de gestão e de ensino no IFMS e mostrou aplicações práticas como atendimento ao aluno e ao servidor, além de comandos que facilitam questões administrativas e até a atividades envolvendo a gestão de recursos. Ele contou ainda que o objetivo é fazer com que o servidor ganhe tempo e mais qualidade de vida, reduzindo o trabalho com atividades que podem ser feitas de forma mais rápida pela inteligência artificial, para que depois elas possam ser revisadas ou analisadas pelo servidor. O reitor do IFAL, Carlos Guedes, destacou “e uma questão que a gente precisa discutir, que o mundo está discutindo e o Fernando traz esse viés muito específico, o uso da inteligência artificial nas Instituições Federais de Ensino”, ao mencionar a realização de uma formação realizada recentemente para os servidores do Instituto Federal de Alagoas, ministrada por Fernando Alves, e o fato de que “vários servidores já começaram a utilizar aqui essa ferramenta que pode nos ajudar”. Os(as) reitores(as) dos IFs da Região também receberam o deputado federal Paulo Fernando dos Santos, que contextualizou questões relacionadas à política brasileira em relação à garantia de recursos financeiros para as instituições da Rede Federal. O deputado deu orientações para que os(as) gestores(as) possam garantir emendas parlamentares dos representantes dos seus estados, para que possam desenvolver mais projetos e atividades nas suas instituições. Ainda os(as) dirigentes dos IFs também participaram de uma visita ao Centro de Inovação do Polo Tecnológico, localizado no bairro do Jaraguá, em Maceió. “Outro ponto relevante foi o encontro com o Superintendente da Sudene, Danilo Cabral, para a discussão sobre acordos de cooperação entre institutos e universidades federais. Também houve reunião com o governador e com o secretário de Ciência e Tecnologia de Alagoas”, relatou a reitora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA), Luzia Mota, ao ressaltar que o atendimento de estudantes com necessidades especiais e a política de expansão também foram discutidos pelo coletivo de reitores(as), que assistiram a apresentações sobre a Fundação de Apoio do IFPB (Funetec) e a Fundação de Apoio do IFRN (Funcern). As reuniões, realizadas nos dias 23 e 24, abordaram ainda assuntos como modelos para construção dos campi, possibilidades tecnológicas para a construção das novas unidades e diretrizes para ações em conjunto dos Institutos do Nordeste. De forma remota, o encontro também contou com a participação do diretor de Desenvolvimento da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, Marcelo Bregagnoli. Para o reitor do IFRN, José Arnóbio de Araújo Filho, a presença de Bregagnoli foi “um momento importante, pois fizemos alguns questionamentos com relação a como é que está o andamento dessas pautas dos novos campi. Ele repassou várias informações, com destaque à necessidade de urgência quanto à questão dos terrenos e áreas que serão edificadas”. Fonte: Instituto Federal da Bahia