PF vai aumentar investigação em casos de irregularidades no INSS

Você sabe o que acontece quando alguém saca um benefício do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) depois do óbito do beneficiário? A partir do próximo dia 3 de maio, a resposta para essa pergunta vai mudar completamente. Pelo menos é isso o que diz o próprio INSS. De acordo com uma portaria que teve publicação no Diário Oficial da União (DOU) nesta segunda-feira (19), a Polícia Federal (PF) e o Ministério Público Federal (MPF) passarão a entrar nessa equação. Esses órgãos passarão a investigar essas pessoas que estão fazendo esses saques. Vai funcionar assim: sempre que o INSS notar que há uma movimentação estranha após um óbito, então eles irão acionar um desses dois órgãos. De acordo com o próprio INSS, isso vai acontecer de forma eletrônica. O que significa dizer que vai ser tudo muito rápido. Quando eles conseguirem identificar quem fez o saque, eles irão enviar o caso para o MPF. Mas quando eles não conseguirem descobrir quem é, então o caso vai automaticamente para a PF. Por lá, os policiais irão investigar e descobrir quem é essa pessoa. Nos dois casos o INSS vai querer a devolução desse benefício. De acordo com o texto da portaria, isso seria uma questão de tentativa de evitar fraudes. Via Prefeitos e Governantes

Ações de partidos contra Bolsonaro no STF superam soma de processos contra Lula, Dilma e Temer

Em dois anos de mandato, o governo do presidente Jair Bolsonaro já acumulou contra si mais ações de partidos políticos no Supremo Tribunal Federal (STF) do que todos os processos ajuizados por legendas no mesmo período dos dois mandatos dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff e no governo de Michel Temer juntos.No total, Bolsonaro já foi alvo de ao menos 185 questionamentos na Justiça, enquanto seus antecessores responderam juntos a 144, aponta levantamento feito pelo jornal O Globo. Sem maioria na Câmara e no Senado, as siglas de oposição a Bolsonaro como PT, PSB, REDE, PCdoB, PSOL e PDT  já recorreram à Justiça contra os principais projetos e medidas apresentados em sua gestão por meio de Arguições de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) ou Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADI) — instrumentos usados para questionar leis, decretos, medidas provisórias e portarias do governo. A “oposição jurídica” a Bolsonaro é capitaneada pela Rede Sustentabilidade, com 49 ações, seguida por PSB (38), PDT (33) e PT (29). O revés judicial mais recente ao presidente foi imposto pela ministra Rosa Weber. Ela suspendeu na semana passada, em decisão individual, trechos dos quatro decretos sobre porte e posse de arma, editados pelo presidente em fevereiro, em uma ação de PSB, PSOL, Rede e PT. Além de Rosa, o ministro Edson Fachin também já votou pela suspensão. O ministro Alexandre de Moraes pediu vista. O presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, diz que a contestação judicial é uma necessidade porque o Parlamento se recusa a fazer politica e, muitas vezes, se prende a medidas inconstitucionais. — Quando o presidente vai além de sua competência é um dever dos partidos recorrer à Justiça. O Parlamento se renuncia a fazer a política e a Constituição nos garante esse direito. O governo tem tendência autoritária. Tem dificuldade de se moldar à atividade politica e tende a ter medidas, tanto decretos, quanto medidas provisórias inconstitucionais. Não deixaremos passar — afirma. ‘Chuva’ de ações As ADIs são ações usadas para questionar leis e atos federais ou estaduais que sejam contrários à Constituição Federal. Já as ADPFs são usadas quando um ato ou lei do poder público fere um preceito fundamental da Constituição, como as cláusulas pétreas. As legendas conseguiram ainda impor limites ao compartilhamento de dados da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e garantiram a autonomia para que Estados e municípios imponham medidas de isolamento social para conter a pandemia de Covid-19. No início do governo, o Supremo manteve a demarcação de terras indígenas no escopo da Fundação Nacional do Índio (Funai). A “chuva” de ações dos partidos de oposição levantam a discussão sobre a judicialização de medidas e atos políticos. O atual presidente da Corte, ministro Luiz Fux, criticou no ano passado o excesso  e ações de legendas. Para Fux, o Parlamento tem que “resolver os seus próprios problemas”. “O Poder Legislativo coloca no colo no Supremo a solução de várias questões que dizem respeito ao Parlamento, porque muitas vezes o Parlamento não quer pagar o preço social de uma deliberação”, disparou Fux. Com a maior bancada de parlamentares no Congresso Nacional, o PT foi responsável por 29 ações no STF. Em meio à escalada de mortes e casos confirmados de Covid-19 no país, o partido foi à Justiça para que Bolsonaro apresentasse explicações quanto às acusações de omissão do governo na contenção da pandemia e, em outra ação, questionou os vetos do presidente a um Projeto de Lei que determinava a exigência de uso de máscaras em espaços públicos e privados. Via O Globo Divulgue, leia: www.prefeitosegovernantes.com.br

Crédito de até R$1.000 para microempreendedores

A Caixa Econômica Federal já anunciou que pretende realizar a liberação de R$ 10 milhões de crédito para atender os pequenos empreendedores do país. Segundo a empresa pública, os cidadãos, com isso, vão receber um empréstimo de até R$1.000, que poderá ser recebido via celular. Ademais, o banco confirmou que pretender fazer parte da bolsa americana Nasdaq e criar um banco digital. Após criação da chamada fintech, o microcrédito será inserido dentro das modalidades disponibilizadas virtualmente, conforme informou a Caixa. No que se refere as taxas e condições de juros, a estatal ainda não ofereceu mais detalhes. Entretanto, já adiantou que será uma das mais baixas do mercado. Para o presidente do banco, Pedro Guimarães, o microcrédito não é um benefício. “O microcrédito não é auxílio. O auxílio é transferência. O microcrédito é um crédito, para aqueles que têm condição de pagar a Caixa de volta”, disse. www.prefeitosegovernantes.com.br

“Decretar lockdown agora é crime”

Com a entrada em vigor das alteração recentes do Código Penal, em especial com a introdução do artigo 147-A, que trata do crime de perseguição, que ficou conhecido como stalking, muitasfake news surgiram, aproveitando-se do momento em que vivemos, afirmando que referido tipo penal poderia ser utilizado para criminalizar prefeitos e governadores que decretassem isolamento e fechamento dos comércios. O título desse artigo é provocativo e se pauta em fantasiosa alegação, que foi veiculada nas redes sociais, entre outros, como título de que “prender trabalhador é crime” ou que “decretar lockdown agora é crime”, tem por fundamento a previsão constante do referido artigo 147-A, introduzido pela Lei nº 14.132/21, em virtude do seu texto tratar de casos em que haja restrição do direito de ir e vir, nos seguintes termos“perseguir alguém, reiteradamente e por qualquer meio, ameaçando-lhe a integridade física ou psicológica, restringindo-lhe a capacidade de locomoção ou, de qualquer forma, invadindo ou perturbando sua esfera de liberdade ou privacidade”. Cumpre ressaltar, no entanto, que, embora de difícil conceituação, Stalking é termo de origem inglesa, que está relacionada com “atividade de caça”, ou seja, tem o sentido mesmo de perseguir a presa, condutas que até então não tinham a devida tipificação penal, ficando adstritas ao enquadramento análogo em outro artigo da Lei de Contravenções Penais e, até mesmo, em previsões do próprio Código Penal, o que, agora está, de certo modo, devidamente individualizado, trazendo o novo crime pena de reclusão de seis meses a dois anos e multa, além do aumento para o cometimento contra criança, adolescente, idoso, mulher em razão do sexo feminino ou, ainda, quando a conduta for praticada por duas ou mais pessoas ou com emprego de arma. Controvérsia à parte, cabe esclarecer que stalking não tem qualquer relação com o momento que vivemos da pandemia, ainda que se cogite que tenha sido elaborado com essa intenção, de gerar algum tipo de temor ou confusão na nossa já tão atormentada democracia, uma vez que se trata de crime relacionado com perseguição individual e, mais especificamentee com maior intensidade, com intuito de combater crimes virtuais e contra mulheres, tendo em vista que, embora não seja exclusivamente para proteger o sexo feminino, há forte correlação entre tais práticas e as questões ligadas ao gênero, o que se dá muitas vezes em virtude de rompimento de relacionamento ou por problemas psicológicos do agente, principalmente em razão do aumento dos crimes de feminicídio na atualidade. Para Damásio de Jesus, o crime de stalking“é uma forma de violência na qual o sujeito ativo invade a esfera de privacidade do sujeito passivo, repetindo incessantemente a mesma ação por maneiras a atos variados, empregando táticas e meios diversos: telefonemas, mensagens amorosas, telegramas, ramalhetes de flores, presentes não solicitados, permanência na saída de sua escola ou trabalho, espera da sua passagem em determinado lugar, frequência constante no mesmo local de lazer, etc.”. ¹             Desse modo, embora tenha o nítido condão de preservar direitos constitucionais de grande relevância, tais como a privacidade, a intimidade, a vida privada, liberdade e, em último grau, a dignidade da pessoa humana, referido crime não tem o condão e nem qualquer possibilidade de punir as condutas dos gestores públicos que estão lutando contra a pandemia do Coronavírus, mais especificamente naqueles casos em que haja a edição de decretos restritivos de circulação e funcionamento de empresas/comércios ou, ainda, em caso de lockdown, mesmo que tais medidas firam, por certo, a liberdade de locomoção e o livre mercado.             Tal fato se dá, em primeiro, por se tratar de medidas excepcionais, mas necessárias para o enfrentamento à pandemia, vez que não se verificou outra medida capaz de reduzir o contágio e minimizar os impactos na saúde da coletividade, o que se respalda na própria Constituição, numa ponderação de interesses, no pilar da dignidade da pessoa humana, a vida, que se sobrepõe a qualquer lei infraconstitucional, e, em segundo, porque o próprio crime de stalking, em seu texto, deixa claro não se tratar de criminalização de conduta genérica, que possa ter por vítima a coletividade, mas, sim, sujeito individualizado, especialmente quando se utiliza o termo “alguém”, vez que referida previsão deixa claro que a ameaça à integridade física ou psicológica que restrinja a capacidade de locomoção ou que de qualquer forma invada ou perturbe a esfera de liberdade ou privacidade deve ser realizada de modo reiterado e mediante perseguição à alguém, portanto, sujeito determinado.             Assim, por todos os ângulos que se verifica, em especial pelos motivos que fizeram nascer o referido artigo 147-A, do Código Penal (crime de perseguição), bem como com base numa análise do bem jurídico tutelado, do sujeito ativo e passivo e do seu objeto, assim como numa análise principiológica constitucional, dentro de uma ponderação de interesses, com respaldo no princípio da proporcionalidade e da dignidade da pessoa humana, não comporta aqui a criminalização dos gestores públicos que optaram, num cenário de pandemia, pela restrição temporária da liberdade e da economia dos cidadãos, com vias justamente a resguardar-lhes a vida e a saúde, tendo em vista que os decretos restritivos tem por escopo uma medida genérica,  amparados no interesse social primário, estampado no ápice da Constituição Federal. ____________________ ¹ https://www.conjur.com.br/2021-mar-20/opiniao-reflexos-tipificacao-crime-stalking-cp Amilton Augusto Advogado especialista em Direito Eleitoral e Administrativo. Vice-Presidente da Comissão de Relacionamento com a ALESP da OAB/SP. Membro julgador do Tribunal de Ética e Disciplina da OAB/RJ. Membro fundador da ABRADEP – Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político (2015). Membro fundador e Diretor Jurídico do Instituto Política Viva. Membro do Conselho Consultivo das Escolas SESI e SENAI (CIESP/FIESP). Coautor da obra coletiva Direito Eleitoral: Temas relevantes – org. Luiz Fux e outros (Juruá,2018).  Autor da obra Guia Simplificado Eleições 2020 (CD.G, 2020). Coautor da obra Dicionário Simplificado de Direito Municipal e Eleitoral (Impetus, 2020). 

Em minoria, governistas miram estados na CPI da Covid e apontam conflito de Renan na relatoria

Com a iminência da instalação da CPI da Covid, senadores governistas se preparam para mirar as investigações na destinação dada a recursos federais repassados a estados e municípios e, de imediato, fazem campanha virtual contra o senador Renan Calheiros (MDB-AL) para tentar barrá-lo na relatoria da comissão. Já os críticos do governo, que são maioria na CPI (7 dos 11 integrantes são independentes ou oposição declarada), trabalham para que os primeiros requerimentos sejam para convocar três ex-ministros e buscar por material do MPF (Ministério Público Federal) e do TCU (Tribunal de Contas da União) sobre a atuação do governo no combate à pandemia, como mostrou a Folha no domingo (18). De imediato, governistas, mesmo os que não são senadores, lançaram nas redes sociais a campanha #RenanSuspeito, sob o argumento de que o senador não pode ser relator, já que um dos focos da CPI são os estados —seu filho, Renan Filho (MDB) é governador de Alagoas. “Se a CPI vai investigar os repasses da União a estados, tem sentido o possível relator ser PAI de um dos governadores?”, escreveu em uma rede social a deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP), integrante da tropa de choque de Bolsonaro no Legislativo. “Ele tem um filho que é governador. Tem conflito de interesse”, argumentouo senador Eduardo Girão (Podemos-CE). Renan nega suspeição e rebate as críticas. “A história não alegará minha suspeição jamais porque agirei coletivamente, não agirei monocraticamente. Designarei sub-relatores para os variados temas, inclusive este [eventuais apurações sobre Alagoas]. Quantas campanhas já sofri em rede social. Estão fazendo campanha contra a pessoa errada”, afirmou. Girão se declara independente, mas atua com outros três senadores na defesa de Bolsonaro na CPI. Apesar de integrar um grupo minoritário no colegiado, ele diz estar trabalhando para viabilizar sua candidatura à presidência da CPI, enfrentando o senador Omar Aziz (PSD-AM), que tende a ficar com o posto, pelo acordo com a maioria (que inclui Renan). Na tarde de domingo (18), Girão disse que estava no Senado e que havia conversado por telefone com seis de seus colegas em busca de apoio à sua candidatura. O senador disse que a ideia é focar em 20 estados em que ocorreram operações da Polícia Federal. No requerimento de criação de CPI com foco ampliado que ele apresentou ao Senado para fazer frente ao pedido original, com foco exclusivo no governo federal, Girão lista investigações envolvendo 17 estados —São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Ceará, Piauí, Pará, Roraima, Amazonas, Maranhão, Tocantins, Amapá, Santa Catarina, Sergipe, Rondônia e Acre. “Ninguém tira leite de pedra porque leite é de vaca. Acharam que iam cassar o presidente Bolsonaro na CPI das Fake News e quebraram a cara, porque a vida é o que é, não o que eles querem que seja”, disse o líder do governo no Congresso, Eduardo Gomes (MDB-TO). Ele não é membro da CPI da Covid. A CPI pode ser instalada na quinta-feira (22), embora alguns governistas digam acreditar que isso pode ser adiado. A CPI EM CINCO PONTOS Foi criada após determinação do Supremo ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG) Investigará ações e omissões de Bolsonaro na pandemia e repasses federais a estados e municípios Terá um prazo inicial (prorrogável) de 90 dias para realizar procedimentos de investigação Relatório final será encaminhado ao Ministério Público para eventuais criminalizações É formada por 11 integrantes, com minoria de senadores governistas

Metade dos internados com Covid em Araraquara já é de outras cidades

Se dois meses atrás Araraquara sofria com 100% de ocupação em UTIs (Unidades de Terapia Intensiva) e chegou a enviar pacientes com Covid-19 para hospitais distantes até 389 quilômetros, agora a cidade que se tornou símbolo do avanço da variante brasileira no estado já tem mais da metade dos internados originários de outras localidades. A cidade segue com altos índices de ocupação em leitos intensivos —92% nesta segunda-feira (19)—, mas, diferentemente do que ocorria em fevereiro, quando decretou lockdown, agora a maioria dos internados são de outras cidades e até mesmo estados. Dos 167 pacientes internados na cidade nesta segunda, 77 são de Araraquara e 90 são de outras localidades, dos quais 44 estão em leitos de UTI. Se for contabilizado apenas pacientes da cidade, a ocupação de UTIs ficaria abaixo de 50%. Há infectados com Covid-19 de 26 municípios internados em hospitais da cidade, sendo 33 da vizinha São Carlos, a que mais enviou pacientes para internação em Araraquara. Por Diana Bueno – Prefeitos & Governantes Fonte: Folha de S. Paulo

The huge benefits And Disadvantages Of Internet Brides

Internet birdes-to-be are often more affordable to get married to than common bridal lovers because there is simply no travel involved and no long-term contracts. Traditional marriage ceremony planners generally add a great deal of costs and may often decrease new wedding brides, especially those who do not have much encounter in these concerns. When all kinds of things is set up online, just like the gowns, bouquets, the truffles and the providing, internet wedding brides can reduce their marriage ceremony expenses by a large percent without limiting the quality of the occasion. As everything exists online, including the location, the date, and perhaps the music and video, they will take the budget with them on holiday. Internet wedding and reception scheduling helps save some huge cash that would currently have otherwise absent on the ‘fees’ of the marriage organizers. With the net brides to be, they gain access to everything that they need for their special day and never having to go through many of the hassles that include wedding businesses. They can just log into the web site of the firm and upload whatever they will like in the web page. If they need to add a music or online video, they simply have to enter their very own credit cards and so they get access to no matter what they want. This kind of saves all of them time and energy and makes their special occasion even more fun. In addition , internet birdes-to-be get access to the live online video streams of their wedding wedding rehearsal, which they can enjoy together with their new husband-to-be. Nevertheless , there are also some points that internet brides to be need to pay focus on before that they start receiving committed. To start off with, they must be certain that the wedding sites that they are enthusiastic about are genuine. Although some websites may claim to offer this kind of services, they are simply actually simply scams but not legit. https://garymillerministries.com/blogs/2018/11/3/the-4-types-of-love-in-the-bible Before participating them, they must thoroughly browse the the website and ensure that it is legal and certified by all of the proper authorities. This will ensure that everything goes smoothly as well as the couples will not be in any sort of trouble down the line. Additionally , they have to reconcile to get the services that they are offered and not get motivated by the provides that the internet site offers given that they are running a business and consequently, they have to decide which one will work out perfect for them and their big day. Inside the traditional method of getting married, the bride and groom have to rely on all their planner and make sure that everything will operate smoothly. The charge can be high but by least there is a guarantee that the whole thing will be carried out according to plan. But when it comes to the internet, wedding brides no longer have to deal with a wedding planner who have charges extravagant prices simply because they can now carry out everything https://alldating4u.com/guide themselves. They are simply in charge of anything and they decide which venues to check out and which ones to avoid. The sole disadvantage is that they have significantly less experience because they spent months understanding how to use the system. In cases where they did not get enough practice, it may cause mistakes thus brides have to compensate for that. They are also bound to spend on any mistakes that they produce because they are those took the time to understand how to use the application. Internet brides have the advantages and disadvantages as compared to classic bridal couples. For instance, they will book a area in less time simply because they can analysis on the internet and make a decision themselves. They can even find the perfect date for the wedding and time since everything will be set by their selected wedding adviser. There are also much less expenses simply because they do not have to pay money for being married planner to symbolize them prior to event takes place. The only downside is that they will need to perform every one of the tasks by themselves, which may never be advantageous.

Lula se favorece por decisão do STF e inicia caminhada para 2022

Luiz Inácio Lula da Silva resiste em admitir publicamente o que é inegável: ele será o candidato do Partido dos Trabalhadores à Presidência da República em 2022. Coadjuvantes desse jogo de cena, alguns dos seus principais aliados na sigla já estão trabalhando ativa e silenciosamente na construção de pontes fundamentais para pavimentar a candidatura petista. Os esforços vão do Judiciário aos evangélicos, do mercado financeiro ao setor produtivo. Não há dúvidas de que Lula está de volta ao jogo, mas a cautela do ex-presidente se justifica numa máxima temida por dez de cada dez políticos: nada traz tão mau agouro quanto comemorar uma vitória antes da hora. Lula esperava oficializar a entrada no páreo depois que o plenário do STF encerrasse a análise da decisão do ministro Edson Fachin que considerou a Justiça Federal em Curitiba incompetente para julgar os processos do petista. Na tarde da última quinta, 15, a maioria dos ministros referendou esse veredito. Ou seja, definitivamente, Lula está elegível, ou seja, apto a concorrer. Em breve, o ex-­presidente vai pôr o pé na estrada. O plano começa com a tarefa de viajar Brasil afora para pregar contra o negacionismo de Jair Bolsonaro. Em uma das pesquisas mais recentes, a da XP/Ipespe, Lula surge com 29% das intenções de voto para 2022, tecnicamente empatado com o capitão, que tem 28%. A primeira parada de Lula deve ser no Nordeste, provavelmente com escalas no Maranhão e no Piauí, estados em que sempre teve grande penetração. Nesse périplo, fará a defesa da urgente necessidade de vacinação em massa e empurrará para o colo de Bolsonaro os milhares de mortes diárias causadas pelo coronavírus, assim como o avanço da fome e do desemprego no país. Antes de iniciar a peregrinação, Lula tem se dedicado ao que gosta: articulações políticas. Há dez dias, teve um encontro virtual com o presidente do PSB, Carlos Siqueira, e o governador de Pernambuco, eleito pelo partido, Paulo Câmara. Ao fim, as partes apontaram para a enorme possibilidade de caminharem juntas no ano que vem. Recentemente, Lula também procurou velhos caciques do MDB — nomes que foram derrotados nas últimas eleições ou que, mesmo eleitos, perderam espaço com a ascensão bolsonarista. Falou com o senador Renan Calheiros (AL), o ex-presidente José Sarney e o ex-presidente do Senado Eunício Oliveira (CE). Acertaram novas conversas para as próximas semanas. Gilberto Kassab, presidente do PSD, também trocou impressões com o petista. No bate-papo, disse que, a priori, fará o possível para manter o PSD neutro na disputa nacional. Em paralelo, Lula passou ainda a defender que o PT priorize alianças regionais, estado a estado. Nessa toada, já começou a construir seu palanque em São Paulo. Pretende lançar seu estepe oficial, Fernando Haddad, candidato ao governo. Apesar de toda a movimentação, evidentemente, a palavra “campanha” continua proibida no PT. “Lula tem feito reuniões internas e com outros políticos, analisando cenários, sobretudo nos estados, apenas isso”, minimiza o presidente da Fundação Perseu Abramo, Aloizio Mercadante. Fora da arena política, no Judiciário, a estratégia lulista passa igualmente pela reconstrução de pontes desativadas, mas também pela pavimentação de caminhos jamais percorridos. Homens de confiança do ex-presidente têm trabalhado para refazer a relação do candidato do PT com o ministro Dias Toffoli, de quem Lula guarda uma profunda mágoa. O deputado Arlindo Chinaglia (SP) e o ex-senador Jorge Viana (AC), dois dos quadros do partido selecionados por Gleisi Hoffmann para manter canais abertos com o STF, operam nesse meio de campo. Há cerca de um mês, Chinaglia avisou à cúpula do PT que Toffoli estava disposto à reaproximação. Produto do berço petista, Toffoli se distanciou das origens anos após ser nomeado para o Supremo pelo próprio Lula. O antigo padrinho acusa o ministro de ter mudado de postura e, por diversas vezes, resistido a pautar processos de seu interesse quando estava na presidência da Suprema Corte. Além disso, Toffoli se aproximou de um dos maiores inimigos públicos de Lula e do PT até outro dia: Gilmar Mendes. Mas, desde que Sergio Moro e a Lava-Jato entraram na mira de Mendes, a relação do ministro com o partido nunca trafegou em maré tão amena. Mais do que isso. Integrantes do alto comando petista defendem que, se eleito, Lula abra as portas do governo à influência de Mendes ou até lhe ofereça um ministério — ideia que conta com baixíssima adesão na sigla. Ninguém descarta, porém, uma aproximação efetiva. No PT, defende-se que Lula se reúna com Mendes após o julgamento no STF. Só dependerá do magistrado. Enquanto os tarimbados personagens da cena política permanecem ao alcance da articulação de Lula e seus aliados, importantes setores da sociedade estão mais distantes, como a dobradinha indústria-mercado financeiro, os militares e os evangélicos. Os empresários, embora em grande parte desiludidos com a dificuldade de Paulo Guedes de entregar a agenda liberal que prometeu, ainda têm pesadelos com Dilma Rousseff e sua política econômica. Com Lula, ressalte-se, essa resistência é menor. Recentemente, Fernando Haddad foi procurado para sentar à mesa com executivos do mercado financeiro. O deputado José Guimarães (PT-CE) também está buscando canais de diálogo e pedindo reuniões na Faria Lima. Outra esperança do PT para vencer a resistência dos muros da indústria e do empresariado ganha força na possível vitória de Josué Gomes da Silva na disputa pela presidência da Fiesp, a ser decidida em julho deste ano. Ele é filho do ex-vice-presidente de Lula nos dois mandatos, José Alencar. “Mas não é garantia de nada. Primeiro, ele não é o pai, segundo, lá atrás, nós apoiamos o Paulo Skaf para a Fiesp e vimos no que deu”, frisa um ex-ministro do PT, citando o atual mandatário da entidade, ligadíssimo hoje a Bolsonaro. Os militares representam outro campo espinhoso para o PT. Os comandantes da legenda admitem que, em breve, será fundamental uma tentativa de aproximação. Não apenas para governar, mas para assumir caso ganhem as eleições. No partido, existe um medo grande de que Bolsonaro resista em deixar o Palácio do Planalto em caso de uma