Prefeituras que não prestarem contas da pandemia estarão sujeitas a multas

Vinte e quatro municípios paulistas não prestaram informações referentes às receitas, aos gastos e às ações de combate à pandemia do novo coronavírus e estão inadimplentes perante o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCESP). O descumprimento da obrigação de responder ao questionário ‘Gestão de Enfrentamento da COVID-19’, com dados relativos aos recursos públicos empregados em dezembro de 2021, poderá acarretar aos responsáveis pelos órgãos públicos a aplicação de multa, conforme previsto na Lei Complementar Estadual nº 709, de 1993. Os gestores ficam ainda sujeitos a sanções previstas em lei, a comunicação da irregularidade ao Ministério Público do Estado, bem como a outras providências que os Conselheiros-Relatores das contas anuais dos respectivos municípios julgarem necessárias. A relação completa dos órgãos públicos municipais que estão inadimplentes com a Corte de Contas paulista foi divulgada por meio do Comunicado SDG nº 02/2022, publicado no Caderno Legislativo do Diário Oficial de quarta-feira (12/1). . Prazo O prazo para comunicar os gastos com a pandemia efetuados em dezembro encerrou no dia 7 de janeiro. Os dados são colhidos mensalmente pelo TCESP para uso da fiscalização, como parte do processo de análise das contas das Prefeituras, e estão disponíveis no ‘Painel de Gestão de Enfrentamento da COVID‑19’. As informações, fornecidas pelos gestores municipais dos 644 municípios jurisdicionados ao Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, são compiladas e disponibilizadas na plataforma virtual para acesso público, promovendo a transparência e incentivando o controle social. De acordo com o último levantamento do TCESP, um total de R$ 9,32 bilhões foi destinado pelos cofres públicos paulistas em ações para combater os efeitos da COVID-19. Até o fim de novembro, tanto o Governo do Estado quanto 642 municípios paulistas empenharam, cada um, cerca de R$ 4,66 bilhões. Clique aqui para ver a lista das Prefeituras inadimplentes
TCESP volta a receber representações propostas contra editais de licitação

O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCESP) voltou a receber na segunda-feira (10/1) representações propostas contra processos que versam sobre Exames Prévios de Editais de licitações. O recebimento estava interrompido desde o dia 17 de dezembro para manutenção técnica programada no Sistema de Processo Eletrônico (e-TCESP). Durante o período, a emissão de certidões também ficou suspensa, exceto as relativas à distribuição de processos com certificação automática. O Protocolo Digital também voltou, ontem, a ficar disponível aos usuários. Conforme previsto no artigo 4º do Ato GP nº 01/2021, e em consonância com o artigo 220 do novo Código de Processo Civil, combinado com o artigo 116 da Lei Orgânica do Tribunal, os prazos processuais permanecem suspensos e serão retomados em 24 de janeiro (segunda-feira). Ainda segundo o Ato GP nº 01/2022, publicado na edição de terça-feira (11/1) da Imprensa Oficial, continuam suspensos até 31 de janeiro (segunda-feira) a tramitação e os prazos dos processos físicos de natureza jurisdicional. Até essa data, a consulta de autos físicos nos Cartórios de Conselheiros e do Corpo de Auditores também estará sobrestada. A suspensão dos prazos processuais durante o recesso da Corte de Contas paulista foi anunciada aos jurisdicionados pela Presidente do TCESP, Conselheira Cristiana de Castro Moraes, por meio do Ato GP nº 14/2021, veiculado no Caderno Legislativo do Diário Oficial do Estado de 4 de dezembro. Balanço De acordo com levantamento realizado pelo Tribunal de Contas e divulgado por meio do Comunicado SDG nº 57/2021, mais de 13 mil processos foram apreciados em plenário pelos Conselheiros no exercício de 2021. Ao longo do último ano, o Tribunal Pleno analisou 2,9 mil representações em sede de Exame Prévio de Edital. Ao todo, foram realizadas 121 sessões: 80 da Primeira e Segunda Câmaras (40 de cada) e 41 sessões plenárias, sendo 39 ordinárias, uma extraordinária para apreciação das Contas do Governo do Estado e uma especial para escolha da Mesa Diretora de 2022. Da Redação Prefeitos & Governantes
Artigo: As práticas ESG e a Gestão Pública

* José Paulo Nardone Este escrito trata desta atualíssima agenda denominada ESG (Environmental, Social and Governance) – ou, em português, Ambiental, Social e Governança –, em que buscaremos tratar da importância e do estágio atual em que se encontra a adoção das práticas ESG pelas organizações privadas e órgãos públicos, detalhando aspectos que envolvem tal mudança de conduta e os benefícios a partir da introdução das referidas práticas. Fato incontestável é que a adoção de práticas ESG se tornou um diferencial no mercado privado, com importantes mudanças no padrão de consumo, já que os consumidores querem conhecer a origem do produto, as condições de sua produção, a gestão de resíduos, de embalagens; nas opções de trabalho, pois os novos talentos buscam conhecer não apenas a remuneração oferecida, mas especialmente as políticas de RH das empresas; e quanto aos investidores, estes têm indicado que o alinhamento de práticas sustentáveis tornou-se um critério, uma nova tendência facilitadora da obtenção de recursos – a financiabilidade. Aqui vale a lembrança sobre os recentes desdobramentos do novo Marco Regulatório do Saneamento Básico no Brasil, em que processos de concessão do abastecimento de água e tratamento de esgoto pelos Estados culminaram em sucessivas transferências de tais serviços à iniciativa privada, movimentando valores elevadíssimos – sinais evidentes da larga oferta de recursos para o financiamento de ações públicas voltadas para a agenda ESG. Tantas mudanças no ambiente econômico-corporativo se transportam também para a gestão pública, na medida em que conceitos como “Estado Verde” ou “Cidades Sustentáveis” passam a ser perseguidos pelos gestores públicos, já que o “cliente” dos serviços públicos, ou seja, o cidadão, também tem se posicionado valorizando práticas sustentáveis na oferta dos produtos do aparelho estatal, seja na infraestrutura das cidades, nas condições de acessibilidade, diversidade, inclusão, igualdade de acesso às políticas públicas, na transparência e publicização dos atos, no comprometimento com a conservação ambiental, entre outros. Medidas relacionadas aos critérios ESG na seara pública são ações reguladoras e também executoras, voltadas à redução do desmatamento e restauração ecológica; licitações de concessões de rodovias sob condições de redução de emissão de carbono; eliminação de processos físicos com utilização de papel; licitações para compras de suprimentos a partir da qualificação/certificação de fornecedores conforme parâmetros sustentáveis; investimento em energias renováveis e maior transparência de atos de gestão, demonstram que se a jornada ESG é uma ação coletiva, os governos não podem deixar de participar ativamente. São muitas as iniciativas já adotadas no cenário nacional, mas maiores ainda são as oportunidades. Vejamos dados relacionados ainda à questão da infraestrutura de saneamento básico, em que estudos indicam que nada menos do que 47% da água tratada nos 405 maiores municípios brasileiros se perde antes de chegar às torneiras das famílias, ao passo que, antagonicamente, mais de 100 milhões de pessoas no Brasil se ressentem da falta de água tratada – isso em se tratando apenas do aspecto ambiental. O que dizer dos demais eixos ou ambientes do desenvolvimento sustentável: o social, com políticas públicas eficientes, efetivas, inclusivas e aderentes às necessidades dos usuários; o ambiente da governança pública, com definição de metas parametrizáveis e comparáveis, permitindo mensuração e acompanhamento dos resultados, transparência, ética e publicização dos resultados para monitoramento pelos órgãos de controle e pelos usuários dos serviços públicos. Enquanto no mundo corporativo estudos da McKinsey indicam que as organizações que investem na questão da diversidade têm retorno financeiro 35% maior que a média do mercado, pesquisa da Forbes indica que, além da diversidade, ações voltadas ao compliance e a melhores práticas internas e à transparência impactam positivamente na imagem e nos resultados das instituições que as adotam. Há muito o que fazer, especialmente em relação ao planejamento e à execução das políticas públicas, mas o que se mostra como indiscutível é que esta nova consciência veio para mudar a sociedade por completo – os consumidores, investidores e eleitores, todos estão muito mais atentos às questões enfrentadas pelas práticas ESG, criando uma agenda consistente, motivando a criação de ações e o aperfeiçoamento daquilo que já é feito por meio das políticas públicas. Neste passo, resta patente que o Estado regulador, executor e controlador precisa se movimentar em direção aos novos anseios sociais. Aqui é necessário que se faça o registro de que muitas medidas já se efetivam, pois uma simples ação de combate ao desperdício pode ser encarada como uma prática de sustentabilidade; entretanto, o que se verifica em muitas situações é a falta de sinergia num conjunto de ações isoladas e desconectadas, que num contexto de consciência e esclarecimento deveriam ser indicadas como parcelas de um movimento coordenado de práticas sustentáveis. A valorização de tais ações pela sociedade é inegável e a necessidade de os gestores se atentarem para isso é premente. No campo do controle, a atuação do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo em adotar há alguns anos medidas de controle e de acompanhamento da implementação dos ODS pelos municípios e governo estadual se mostra emblemática, dada a conhecida e reconhecida atuação reativa dos gestores, que apenas após ação do TCESP é que buscam se ajustar às insuficiências. Tal conduta, embora não seja a ideal, tem contribuído com o avanço de tais medidas entre nós. Enfim, diante de tantos fatos e expectativas em torno da matéria, mostra-se evidente o momento histórico em que nos encontramos, no qual uma jornada conjunta e coordenada de todos os campos da vida social não deve ser adiada ou postergada, mas imediatamente adotada e consubstanciada em medidas efetivas, sob pena de se mostrar tardia, irremediável e trágica. A consciência é o primeiro estágio para a mudança de atitude. * José Paulo Nardone é Diretor-Técnico da Unidade Regional do TCESP em Bauru (UR-02), Professor universitário e Mestre em Direito do Estado. Da Redação Prefeitos & Governantes
Médicos de postos municipais de SP decidem paralisar

Médicos que atuam nos postos municipais de saúde (UBSs) decidem por paralisação Risco de greve ocorre em meio ao aumento de casos de Covid-19 e Influenza Profissionais reivindicam melhores condições de trabalho e reforço de pessoal O Sindicato dos Médicos de São Paulo – SIMESP, realizou assembléia na noite desta 5ª feira (13/01/2022) onde médicos da Atenção Primária à Saúde (APS) que atuam em Unidades Básicas de Saúde (UBSs) – do município de São Paulo definiram a paralisação da categoria, na próxima 4ª feira (19/01/2022). O risco de paralisação acontece após dois anos de sobrecarga de trabalho dos profissionais de saúde e em meio ao aumento de casos de Covid-19 e Influenza, na cidade de São Paulo. Outras categorias da saúde, que também atuam nos postos municipais de saúde avaliam a adesão ao movimento, junto aos seus Sindicatos. Reivindicações Com quase 150 presentes, as médicas e os médicos das APS deliberaram na assembleia as principais reivindicações: a contratação imediata de mais equipes para o atendimento de síndromes gripais; a garantia de condições mínimas de trabalho; a desobrigação do comparecimento em fins de semana e feriados; e a retomada dos espaços de discussão entre o Sindicato e a Prefeitura Nas últimas semanas, os médicos estiveram mobilizados, participando de assembleias, tentando dialogar com o poder público e com as Organizações Sociais de Saúde (OSS) gestoras, visitando unidades de saúde severamente desfalcadas e divulgando um posicionamento unificado com os demais profissionais da saúde que também tem sofrido com intensificação da sobrecarga, retirada de direitos e exploração nos últimos dois anos. Os profissionais solicitam à Prefeitura de São Paulo e à Secretaria Municipal de Saúde uma reunião com o Simesp, uma resposta para reestruturação das equipes desfalcadas e um plano de reposição dos profissionais afastados, com prazo até 17 de janeiro. Deste modo, poderão reavaliar a manutenção da paralisação no dia 19. <com apoio de informações: Imprensa SIMESP>
BBB: Paulo André, campeão de atletismo brasileiro estará entre participantes

Ontem à noite (13), a comissão técnica da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) se reuniu para fazer o planejamento da seleção brasileira neste início de temporada e incluiu planos para Paulo André Camilo, semifinalista olímpico dos 100m rasos.Ele estará na lista para o Sul-Americano Indoor, que será divulgada na semana que vem, e índice para o Mundial Indoor. Porém, o que não se esperava é que o jovem corredor possui outros planos, pois de acordo com fontes próximas, Paulo está confinado em um hotel do Rio de Janeiro para ser anunciado hoje (14) como um dos participantes desta edição do Big Brother Brasil (BBB), que começa na segunda-feira (17). Foram mais de 30 anos de espera de um possível atleta na final olímpica ou correndo abaixo dos 10 segundos nos 100 metros rasos, prova que foi dominada com maestria pelo velocista Robson Caetano da Silva – um dos melhores do mundo na prova dos 100 e 200 metros e no revezamento 4×100 e que até hoje é o recordista brasileiro com tempo de 10.00 (1.6).Paulo André é (ou era) uma das esperanças brasileira na prova, com resultados promissores desde as categorias de base, chegando a ser campeão mundial adulto no revezamento 4×100. Mas as provas de velocidade costumam ter um ciclo de bons resultados curto, dificilmente você verá um campeão olímpico ou mesmo um finalista em mundial com idade mais avançada, perder alguns meses ou mesmo um ano pode ser um grande complicador na vida esportiva de um grande velocista. Ainda sobre os rumores de que o atleta está confinado, alguns fãs mais atentos notaram que uma das mãos divulgadas mais cedo pelo diretor do programa, Boninho, é muito parecida com a mão de Paulo André. Além disso, ele postou um story no Instagram, com filtro, mas sem que esse filtro fosse identificado automaticamente, o que indica que foi pré-gravado. Outro indício que é que postagens polêmicas foram apagadas das redes sociais dele, assim como fotos da família, entre outras. De acordo com o Olhar Olímpico, pessoas próximas confirmaram que de fato Paulo André está confinado para o programa. Da Redação Prefeitos & Governantes
Morre Thiago de Mello, poeta que lutou pela Amazônia, aos 95 anos

Um de seus poemas mais célebres é “Os Estatutos do Homem”, escrito logo após a instauração do regime militar, que correu o mundo em várias traduções e começa com os versos “fica decretado que agora vale a verdade./ agora vale a vida,/ e de mãos dadas,/ marcharemos todos pela vida verdadeira”. O texto foi incluído no livro “Faz Escuro, Mas Eu Canto: Porque a Manhã Vai Chegar”, publicado no ano seguinte, que teve sua frase-título lembrada como epígrafe na última Bienal de São Paulo. Entre suas obras poéticas, também se destacam “Mormaço na Floresta”, “Vento Geral” e “Poesia Comprometida com a Minha e a Tua Vida”. Em prosa, publicou livros como “Amazonas, Pátria da Água” e “Amazônia – A Menina dos Olhos do Mundo”, da década de 1990. Sua última obra publicada foi pela editora Valer, no ano passado, e se chama “Notícias da Visitação que Fiz no Verão de 1953 ao Rio Amazonas e seus Barrancos”. É um relato antigo que estava inédito até 2021, segundo o editor Isaac Maciel. “Thiago era a própria expressão da Amazônia”, afirma ele. “Além de a obra dele ser densa e de muito valor, ele tinha essa característica de levar a mensagem da floresta aonde quer que ele fosse.” Mello cursou e abandonou no meio a faculdade de medicina, ingressando na diplomacia na década de 1950. Foi adido cultural na Bolívia e no Chile, tendo a carreira interrompida pelo golpe militar de 1964. Por seu engajamento contra a ditadura, o poeta chegou a ser preso e passou anos no exílio, em países como Argentina, Portugal e Chile, onde vivia seu amigo Pablo Neruda, vencedor do Nobel de literatura cujos livros Mello traduziu para o português. Durante a década de 1950 e 1960, o poeta circulou entre alguns dos maiores autores brasileiros, como Manuel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade e José Lins do Rêgo. Em entrevista a este jornal, há quatro anos, ele comentou que escrevia uma espécie de livro de memórias em que relatava suas impressões sobre esses poetas, assim como de grandes nomes internacionais que conheceu, como Gabriel García Márquez e Jorge Luis Borges —sobre quem, aliás, publicou a obra de não ficção “Borges na Luz de Borges”. Desde que voltou ao Brasil, nos últimos anos da ditadura, Mello sempre viveu no Amazonas. “É uma grande perda num momento tão crucial da democracia no Brasil”, diz Joaquim Rodrigues de Melo, dono da Banca do Largo, que o poeta costumava frequentar em Manaus. “Ele sempre foi um defensor da liberdade, sempre se posicionou politicamente, é uma referência para a liberdade.” O velório será no palácio Rio Negro, na capital amazonense, em horário ainda a confirmar. Da Redação Prefeitos & Governantes
GO: Mãe do cantor gospel Delino Marçal é morta a pancadas; suspeito é preso

Nesta sexta-feira (14), a mãe do cantor gospel Delino Marçal, Odete Rosalina Machado da Costa, de 79 anos, foi morta a pancadas na porta da igreja Assembleia de Deus, em Goiânia (GO). Segundo a Polícia Civil, o suspeito, 22, invadiu o local e iniciou uma briga com um homem. Na sequência, ele agrediu a mulher com um objeto de metal. As informações são do G1. O Corpo de Bombeiros foi acionado para socorrer a vítima, mas ela não resistiu aos ferimentos e morreu. Segundo o boletim de ocorrência, o “autor teria se envolvido em uma briga com parentes e logo após saiu para rua. Ele entrou na igreja e iniciou uma briga com um homem e, logo após, teria acertado a vítima com vários golpes com um objeto de metal”. De acordo com a Polícia Civil, após cometer o crime, o rapaz fugiu do local e começou a jogar pedras nos ônibus de transporte público. Depois, ele foi preso em flagrante. Da Redação Prefeitos & Governantes
Minas quer começar vacinação de crianças contra covid neste sábado

As cidades de Minas Gerais começarão a receber as primeiras doses de vacina contra covid-19 para crianças de 5 a 11 anos nesta sexta-feira (14). A informação é do secretário de Saúde de Minas Gerais, Fábio Baccheretti. Segundo o secretário, a estimativa é que todas as 110 mil doses do imunizante da Pfizer, que chegam hoje ao aeroporto de Confins, sejam entregues às Unidades Regionais de Saúde até amanhã (15) e serão imediatamente repassadas aos municípios para aplicação. “Sábado já podemos ter a primeira criança, de 5 a 11 anos, vacinada no estado de Minas Gerais”, disse Baccheretti, em referência às cidades da região metropolitana de Belo Horizonte, que devem ser as primeiras a receberem os imunizantes. Ele ressaltou a importância da imunização e alertou pais e responsáveis para a vacinação das crianças. “O estado sempre vai recomendar a vacinação, já que está comprovada a redução dos casos graves da doença em pessoas que estão devidamente imunizadas. Por isso, pedimos que os pais ou responsáveis levem as crianças para serem vacinadas”, disse. *Com informações da Agência Minas Da Redação Prefeitos & Governantes